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O Instituto

Da conjugação do conhecimento de um juiz federal sobre o sistema de justiça com a expertise de um executivo com larga experiência em empresas privadas nasceu o Instituto Administração Judicial Aplicada (AJA).

A literatura brasileira sobre gerência, modelos de gestão, qualidade total, entre outros, direcionada para o sistema judicial, não apresenta traços específicos que possam distingui-la daquela voltada para a Administração em geral.

Os conceitos apresentados em geral mantêm alto grau de abstração e os exemplos das indústrias e empresas parecem não se aplicar na área jurídica. O Instituto AJA pretende fazer essa tradução. As Justiças Estadual, Eleitoral, Federal, Militar e Trabalhista possuem procedimentos específicos e normas próprias mas os princípios e conceitos da gestão são os mesmos para qualquer ramo do Judiciário, focando dois elementos presentes em todas as unidades judiciárias: pessoas e processos. Com a boa administração judicial ganham os jurisdicionados e também quem presta a jurisdição.


Missão:

Contribuir para a melhoria do Judiciário brasileiro através da disseminação de práticas de gestão.

Visão 2020:

Ser reconhecido entre os tribunais, magistrados e servidores do Judiciário brasileiro como uma instituição de excelência na formação de administradores judiciais.

Valores:

  • Valorização do serviço público e da atuação com responsabilidade social
  • Administração focada no aproveitamento máximo dos recursos
  • Excelência na prestação jurisdicional e valorização dos integrantes do Judiciário
  • Busca de eficiência e eficácia, da qualidade aliada à quantidade
  • Gestão como caminho para melhoria da qualidade de vida no trabalho
  • Foco na celeridade e na ótima duração do processo

Quem somos

Quem somos

Depoimento

O curso de gestão judicial ministrado pelos professores Carlos Haddad e Luís Capanema Pedrosa, através da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, provocou uma verdadeira revolução em minha maneira de trabalhar. Antes dele, laborava mecanicamente: realizava audiências e proferia o maior número possível de despachos, decisões e sentenças. Era pautado pelo serviço e não via possibilidades de melhora. Resignava-me com a ideia de que estava ‘enxugando gelo’. Hoje trabalho com planejamento, metas, plano de ação, controle de resultados. Vejo-me gestor, e contento-me com isso, porque essa atividade é realmente muito gratificante. Não é mágica. As coisas só acontecem com trabalho árduo e disciplinado. Mas tudo fica mais fácil com o domínio de conceitos e a utilização de técnicas de gestão há muito desenvolvidos e aplicados na iniciativa privada e na administração pública, mundo afora, inclusive na atividade judicial. Os resultados impressionam, mas não são a melhor parte. A melhor parte, na minha opinião, é a capacitação real, uniforme e contínua de toda a equipe, que, para além do aumento substancial da produtividade, eficiência e qualidade do serviço, proporciona um ambiente de trabalho cada vez mais dinâmico e aprazível.

Bruno Sena Carmona
Juiz de Direito